A recompensa em forma de um sorriso, elogio,
encorajamento, é muito mais estimulante que o castigo. Muita proibição sufoca a
iniciativa, ao passo que a liberdade com responsabilidade faz desabrochar e
crescer. Vejamos um exemplo: Kiko, de 12 amos, volta da escola aflito. – “Meu
boletim está com notas péssimas, mamãe, mas eu já resolvi suprimir meu futebol
das quartas e sábados.” – “Está bem, disse a mãe.” Na terça, diz o menino: -“Mamãe,
amanhã vai haver excursão com a turma. Posso ir?” – “Você não havia resolvido
estudar às quartas-feiras?” – “É, mas todos vão.” – “Meu filho, você teve um
bom impulso, não acha que você deve ficar fiel ao que há de mais belo e bom em
você, a consciência de sua obrigação? Você tem o direito de ceder a uma fraqueza,
você que pretende ser um homem de caráter?” Kiko foi resmungando e mais tarde
volta para a mãe. – “Deixa-me ir, mamãe, a excursão vai ser bárbara!” A mãe diz
sorrindo: “O problema é seu, estou apenas lembrando a sua boa resolução. Faça o
que você achar melhor.” O menino não foi, ficou estudando o dia inteiro. Quando
o professor perguntou o motivo de sua ausência, respondeu orgulhoso: - “Conheço
minhas obrigações.”
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