Para comprovar cada
frase escrita pela D. Maria nas páginas publicadas, basta olhar sua própria
vida. Lembro-me de um trecho escrito por ela falando da forma como devemos
tratar nossos empregados. Imediatamente, me veio à cabeça a figura da Creusa,
fiel servidora da D. Maria.
D. Maria teve quatro
filhos e, naturalmente, não deve ter sido nada fácil dar conta dos afazeres
domésticos, da educação dos filhos, do trabalho fora de casa e ainda continuar
os estudos, seguir carreira. D. Maria, com certeza, encontrou na Creusa seu
braço direito. O que tinha de extraordinário a Creusa? Era uma menina de
família simples, que amparada pela D. Maria, exerceu dignamente seu trabalho na
casa dela, e dela recebeu todo apoio para crescer na vida, frequentar uma
escola e se formar professora. D. Maria não dava o peixe, ensinava a pescar.
Enquanto D. Maria precisou dela, ela lá esteve. Ao mesmo tempo em que seus
filhos cresciam e estudavam, à Creuza também era dada a oportunidade de conquistar
uma profissão através do estudo. Quando chegou a vez da Creusa assumir sua
profissão, creio que D. Maria já estava se aposentando e com os filhos
encaminhados. A fiel empregada exerceu sua profissão, se casou, constituiu
família e com certeza carrega em seu coração a figura desta grande mulher,
Maria Conceição Viegas Garbino!
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