sexta-feira, 7 de novembro de 2014

REFEIÇÕES: FONTE DE CONGRAÇAMENTO E UNIÃO

Ainda do caderninho de D. Maria...
O regresso do pai ao lar é o ponto alto da intimidade familiar. Cumpre-lhe preparar a entrada em casa, dispondo-se à maior cordialidade, à expansões de carinho e alegria. Na hora da refeição, deve-se cultivar a alegria de estar junto.
Todo casal deve cuidar mais das refeições. Seja bela a mesa, bem apresentados os pratos e gostosas as iguarias. Quem saboreia pratos gostosos, abre-se à boa vontade. Os bares dos colégios têm alta função socializadora. Os amigos que não comem juntos, não funcionam totalmente. A mãe que adota em sua mesa os amigos de seus filhos, está operando treinamento para a vida social. Todos à mesa, portanto, para as refeições.
A mesa do pobre, em geral, é mais acolhedora que a do rico. Quantas vezes a preocupação excessiva das boas maneiras paralisa a conversa. O vinho entornado, a mancha na toalha, que drama nos salões aristocráticos! Um velho comissário de polícia, diante dos crimes cometidos por jovens, costumava dizer: ”Para mim, tudo isso acontece porque já não existe mais a sala de jantar.”
Sejam alegres as nossas refeições, para que se convertam em fontes de congraçamento, de união.

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