quinta-feira, 9 de abril de 2015

DE QUEM É ESTE PERFIL?

Campeã Regional/Bauru (11 anos consecutivos)
Campeã Paulista (mais de 10 vezes)
Campeã Brasileira pela ABQM (5 vezes)
Campeã do Congresso Brasileiro pela ABQM (6 vezes)
Campeã da Copa dos Campeões (2 vezes)
CAMPEÃ MUNDIAL, em 2.009, na ITÁLIA
Este perfil é de uma amazona lençoense, que passou pelas minhas mãos, quando fez a quarta série no Grupo Escolar Esperança de Oliveira. Uma menina muito linda, que como suas coleguinhas de turma, seguiu sua trajetória, buscando a realização profissional. Esta menininha me deu muito trabalho. Ao contrário da professora que adorava ensinar matemática, tinha muita dificuldade na matéria. Deve estar lembrada de minha paciência ao lidar com ela. Quando toda a classe estava absorvida em realizar os exercícios propostos, eu puxava a minha cadeira e me colocava ao seu lado, procurando auxiliá-la, principalmente, na divisão. Método breve, nem pensar. Era só pelo longo. Tabuada tinha que estar na ponta da língua. Teste rápido todos os dias. Sua mãe era presença constante na escola. Acompanhava de perto a filha. Seu pai, de família tradicional de Lençóis, tinha um hobby que lhe rendeu algumas vezes muita dor de cabeça. Era um exímio caçador. Minha aluninha vivia me prometendo uma ave deliciosa, fruto das caçadas de seu pai. Eu já conhecia a deliciosa carne de perdiz, pois meu pai também foi caçador. Não é que um dia fui presenteada com ela? Minha aluninha, dona de um sorriso invejável, que ilumina seu rosto, tinha que ser uma amazona. Sua infância foi na mesma casa que seus pais moram até hoje. A natureza exuberante por todos os lados. Animaizinhos, tanque com peixes, cachorros, um verdadeiro paraíso no meio da cidade. Quando fez o quarto ano, convidou-me para sua festa de aniversário. É claro que fui, como também todos os coleguinhas da classe.
Acredito que estejam curiosos para saber de quem estou falando. Trata-se de ANA PAULA ZILLO, filha de João Baptista Zillo e Ana Maria Ramirez. Ana Paula Zillo, 36 anos, desde os sete anos de idade monta a cavalo e compete. Perdeu as contas de quantas provas já venceu neste tempo todo. Estima que tenha mais de 500 troféus. Ana Paula é referência para crianças e adolescentes em todo o Brasil. São suas estas palavras: ”Quero competir ainda durante muitos anos. É minha paixão”.  Ela está linda na capa da revista O COMÉRCIO,  uma homenagem pelo Dia Internacional da Mulher. Parabéns, ANA PAULA!

domingo, 5 de abril de 2015

Penúltima Sessão da Câmara Municipal de Lençóis Paulista

Sempre que posso, vejo na TV Prevê, a reprise da Sessão da Câmara Municipal que acontece toda segunda-feira em Lençóis Paulista. Confesso que não gosto daquela leitura enfadonha feita pelo secretário da mesa e votada, em seguida, pelos senhores vereadores.  Prefiro ouvir os debates. Porém, são poucos os vereadores que têm o dom da palavra, mas desta vez eu tinha um motivo especial para segurar minha impaciência e ficar focada num assunto muito importante que ia ser votado: o Estatuto do Magistério Público Municipal. Sabia que na sessão anterior à discussão, ou melhor, o debate, tinha sido caloroso. Mas havia pontos polêmicos que precisavam ainda de um tempo maior para serem aprovados. E foi exatamente isto que aconteceu. Há uns tempos, mudaram a jornada do professor municipal, tornando impossível para ele, acumular um cargo no município e outro no estado. Queriam que o professor municipal trabalhasse exclusivamente para o município. Agora, querem redução na jornada, para que possam acumular. E parece-me que foi aprovado. Outros pontos polêmicos ficaram para serem votados nas escolas por todos os professores. Toda a Câmara se dispõe a acompanhar e fiscalizar esse processo, para que realmente retrate a vontade da maioria. Tenho certeza de que quem me acompanha no blog deve estar se perguntando porque meu interesse por esse assunto. Porque gosto de acompanhar tudo que se refere à educação, embora eu não seja funcionária municipal. Esse processo de erros e acertos, esse vai e vem, mostra como é difícil acertar. O que foi bom ontem, já não é mais hoje. Espero que diante das mudanças já aprovadas, o resultado apareça em uma melhor qualidade de ensino. A fala de um nobre vereador é que me levou a escrever esta página. Ao ocupar a Tribuna, ele fez menção às suas primeiras professoras: Maria Ângela Trecenti Capoani, que o alfabetizou, Dulcinéia Orsi Morelli, professora do segundo ano e Anna Dorothy Pirozzi Seoli, professora do terceiro e quarto anos. Ao falar de suas primeiras mestras, expressou sua gratidão pelo trabalho feito com carinho, dedicação, competência e muita doação. Lembrou-se de um mimo que ganhou de sua professora D. Dorothy: versos pirografados num retângulo de madeira, mas que ficaram gravados também em sua memória. Recitou-os e um colega o chamou de vereador poeta. Tipó, o nobre vereador poeta, homenageou assim todos os professores que têm em suas mãos a formação das novas gerações. 

quarta-feira, 1 de abril de 2015

ESCOLA ARRECADA FOTOS ANTIGAS PARA EXPOSIÇÃO DE SEUS 90 ANOS

Este título me chamou atenção quando lia, no Jornal de Bauru, as páginas dedicadas à Cultura. Uma foto pequena trazia a figura do diretor da Escola Guedes de Azevedo, Senhor Roberto Pallota, provavelmente em sua sala ou na Biblioteca da Escola, e sobre uma mesa, muitos álbuns de fotografia. Percebe-se que são antigos e que talvez façam parte do acervo cultural da escola. Comecei a ler o artigo e já no primeiro parágrafo fiquei encantada com  a iniciativa do diretor, pois  exatamente há um ano, nós também, em Lençóis Paulista, estávamos nos debruçando em um mesmo objetivo, ou seja, comemorar os cem anos do nosso querido Grupo Escolar Esperança de Oliveira. No referido artigo, o diretor fala que pretende até agosto, reunir o máximo possível do acervo fotográfico dos ex- alunos e comemorar em grande estilo. Eu me identifiquei muito com a intenção do atual diretor da escola, porque seu principal objetivo  é despertar nos atuais alunos da Escola Guedes de Azevedo, a consciência do trabalho pedagógico ali desenvolvido desde os tempos de sua mãe, quando introduziu, há trinta anos, uma metodologia de alfabetização . Marília Guedes de Azevedo Pallota é o nome de sua mãe e mantenedora da escola. Mais lindo ainda é o slogan que criaram para divulgar a comemoração dos 90 anos do Guedes de Azevedo: ”Nossa história vai além do portão da escola: está na casa, nos álbuns e na memória”. Parabéns ao diretor pela iniciativa. Os nomes dos grandes educadores não podem cair no esquecimento. É esta consciência  que não há dinheiro que pague. A valorização vem como fruto de um trabalho feito com responsabilidade, amor, dedicação. Foi com a intenção de colaborar com os festejos do Centenário do Esperança de Oliveira, que em março do ano passado, criei o meu blog, e até hoje  posto páginas dedicadas àqueles que souberam e sabem honrar a profissão de educador. Quem quiser colaborar, a escola tem todos os meios digitais à disposição. Coloca também seu telefone como meio de contato. Desejamos muito sucesso nesta valiosa iniciativa e que os frutos sejam doces para todos que ali deixaram sua marca

segunda-feira, 16 de março de 2015

UM CORAL DE ANJOS

As festas que aconteciam no Esperança de Oliveira eram famosíssimas. Muito bem preparadas pelos seus professores. Onde quer que acontecessem, eram sempre prestigiadas, aliás, a escola tinha uma responsabilidade muito grande nas apresentações, pois o público já sabia que seriam sensacionais. As apresentações em desfiles roubavam a cena. O mesmo acontecia com as confraternizações de final de ano, quando delas só se excluíam os alunos. As aposentadorias sempre foram motivo de festas e homenagens. Lembro-me de uma, a que foi preparada para a aposentadoria da Cidinha Montoro. Nesta tive oportunidade de entrar com uma participação especial, envolvendo os alunos das duas quartas séries do período da manhã. Juntamos os meus alunos e os da Alice, aliás, uma das raras vezes que a vi dando aula para outra série que não fosse o primeiro ano. Preparamos um coral. Embora minha voz fosse muito mais para uma locutora de rádio, sempre me saí muito bem cantando com meus alunos. Pois bem. Era final de ano. Como sempre, até hoje, o clima de Natal começa a entrar em minha casa pela música. Guardo até hoje um LP dos Canarinhos Liceanos, do Rio de Janeiro, com as mais belas canções de Natal. Estas canções fazem parte da vida de minha família. Todo Natal começava a ser preparado através delas. O LP é tão antigo e tão atual, que ele foi atravessando os tempos e suas músicas foram se adaptando às formas mais modernas de reprodução . Do Long Play de vinil para a fita cassete, da fita cassete para o CD, sempre produzindo o efeito mágico da época de Natal. Ouvi as músicas. Selecionei as que fariam parte da apresentação. Ensaiamos. Os recursos que eu tinha nas mãos eram um rádio e a fita cassete. O rádio era portátil, daqueles que a gente ia buscar no Paraguai. Levava para a escola todo dia. De portátil não tinha nada, mas tinha um som! Fui educando o ouvido das crianças fazendo-as ouvir as músicas que iriam aprender a cantar. A cada ensaio do nosso coral, eu ficava mais encantada com os resultados. Mas faltava um detalhe: coral que se preza tem que estar uniformizado. Eram mais de setenta crianças. Aí tive uma idéia.  Gostaria que as crianças estivessem todas de branco. O tempo era curto. Não podia nem pensar em pedir para os pais uma veste só para a apresentação de uma noite. Foi então que me lembrei das vestes brancas de Primeira Comunhão. Corri para Tia Yolanda, contei o que estava fazendo e do que estava precisando. Zelosa como era com as coisas da Igreja, prontamente me atendeu, não sem antes fazer uma série de recomendações. Chegou o grande dia. As crianças enfileiradas no corredor central do Esperança de Oliveira, todas de branco, portando nas mãos uma vela acesa. As luzes se apagaram, tendo início a apresentação. Até o tablado do Paulo Zillo havíamos emprestado. Num cantinho ao lado, bem ao meu alcance, meu rádio portátil, ele daria o tom e faria a parte instrumental de acompanhamento. A apresentação causou uma emoção indescritível. Foi o momento mais lindo da festa, que continuou depois com um jantar. No dia seguinte, cuidei de atender as recomendações de tia Yolanda, sempre tão generosa. Lavei pessoalmente as mais de setenta vestes. Os varais de minha casa pareciam da rouparia do céu. Todo branco com as vestes dos anjos! Entreguei todas passadinhas para tia Yolanda, que as guardou para a próxima festa de Primeira Comunhão. Um agradecimento especial a todos os alunos que participaram. Gostaria de lembrar o nome de todos para homenageá-los. Quem sabe algum deles ao ler esta página, hoje adulto, possa compartilhar da mesma emoção!

sábado, 14 de março de 2015

ABREM-SE AS GAVETAS DA MEMÓRIA

O dia tão esperado do lançamento do vídeo dos 100 anos  do Grupo Escolar Esperança de Oliveira, aconteceu. Com a pergunta: ”ONDE NASCE A ESPERANÇA?” e um texto como resposta, os autores do mesmo sintetizaram muito bem o que ali queriam retratar. Para quem não esteve lá e nem curtiu ainda, deixo aqui a minha apreciação. ONDE NASCE A ESPERANÇA? Nas memórias ou nos sonhos? Na emoção ou na razão? Foi para contar os sonhos e as memórias do Grupo Escolar Esperança de Oliveira, que os autores do mesmo voltaram ao passado e de lá trouxeram personagens que habitam outra dimensão do tempo: a dimensão das memórias. Algumas crônicas de vida, situações escolares interessantes e passagens curiosas entre os alunos e professores são lembradas como HISTÓRIAS REAIS passadas no Esperança de Oliveira. ABREM-SE AS GAVETAS DA MEMÓRIA. Retrocedemos no tempo, à Lençóis Paulista do início do século passado, quando nasce a escola.
Estávamos ali, no galpão lotado do Esperança, ansiosos para o lançamento. Cada detalhe do mesmo foi cuidado com muito carinho. Começa a exibição. Quarenta e cinco minutos de uma emoção indescritível. Uma verdadeira volta pelo Túnel do Tempo. Na montagem do filme, presente e passado se defrontavam o tempo todo .O presente, através da fala dos entrevistados e, o passado, na interpretação dos atores crianças, jovens e adultos .
Parabéns à Esfera Produções que soube captar tão bem a belíssima história de nosso grupo escolar. Parabéns ao elenco. Roubaram a cena: Norma Capoani e Bianchini, ex- professores, que, tranquilamente iam relatando suas memórias, e artistas contratados, que encenavam os fatos recordados. O desempenho dos artistas mirins, a Norminha e o Bianchini,  trouxeram a nossa memória cenas reais vividas em nossa infância. Parabéns a todos que deram seus depoimentos e que aparecem no filme. Após a exibição, com a voz embargada, tanto a Norma como o Bianchini posavam para as fotos ao lado dos atores mirins. Bons tempos! Vale a pena assistir!

quarta-feira, 11 de março de 2015

DEGRAUS/ESCADAS

Todos nós temos fixação por alguma coisa. Em matéria de arquitetura, um detalhe que sempre me chamou atenção foram escadas. A primeira grande escada que ficou na minha memória foi a do Esperança de Oliveira. Por quatro anos seguidos, degrau por degrau, descíamos na hora da saída, e não me lembro de nenhum acidente com nenhum aluno. E olha que não é uma escadinha! Ainda hoje, quando vou à escola da minha infância, ela me impressiona. Subir é mais fácil. Descer assusta. Embora tenha uma proteção lateral, é muito baixa para servir de apoio. Mesmo assim, prefiro ficar ao lado dela. Olhando para ela, vem à minha memória a figura de uma professora que subia e descia a mesma com a imponência de uma rainha. Trata-se de Dona Mariazinha, minha professora do quarto ano. Já falei dela muitas vezes, principalmente, pela sua competência profissional. Mas em termos de elegância, de distinção, de porte, era uma rainha. Tudo nela era tão harmonioso, no seu tipo mignon, que era impossível não ficar enlevada diante dela. Era ela que, como uma rainha, subia e descia as escadas do Esperança, do alto de seus sapatos de salto alto, para compensar sua pequena estatura. Essa visão pessoal de minha professora subindo e descendo as escadas, era reforçada com a visão da escadaria de sua própria casa. Impressões de criança, mas que imprimiam certo fascínio por esses detalhes. Ao lado de sua casa, outra residência que me atraía por suas escadarias, era a casa habitada pela família do Seu Virgílio Cicconi, onde hoje é o Espaço Cultural. Também abrigou o Hospital de Lençóis. Outra escada que ficou em minha memória foi a da entrada da casa de minha tia Teresa. Tinha uma sensação prazerosa de que lá no alto tudo era mais bonito. Sempre sonhei com uma casa com escadas na frente, mas a minha não tem sequer um degrau. É perfeita para a velhice e também porque era pura fantasia de minha imaginação! Espero que em nome da acessibilidade, estas escadas não sejam destruídas. O Esperança mantém as escadarias da frente do prédio, mas na parte interna, já foram adaptadas. Tudo foi feito com muito capricho, mantendo o encanto de um prédio tombado e permitindo o acesso com segurança para todos. Outra escadaria fascinante era a do nosso santuário. Escadaria que levava ao local onde ficava o coral, os sinos, o relógio, etc. Tínhamos acesso livre. Hoje ela está cercada de proteção. Graças a Deus! Mas era muito divertido atrever-se a subir alguns lances dela. Divertido mesmo era ver tocar os sinos. Três cordas pendiam do teto, e eram manualmente puxadas para fazer os sinos tocarem. Além da alegria de ouvir os sinos tocando, a farra de subir e descer, ao puxar e soltar as cordas! Escadas e degraus, degraus e escadas!

terça-feira, 10 de março de 2015

SEU SEBASTIÃO NO DIA A DIA

Seu Sebastião tinha um jeito bonachão. O sorriso estava sempre estampado em seu rosto. Para as crianças, tinha mais jeito de Vô do que de Diretor, para se impor, não precisava ser autoritário. Era muito amigo, porém, por trás desse seu jeito havia uma águia. Captava tudo, por isso também travou grandes batalhas com quem se atreveu a se desviar da sagrada missão de educar. Tinha uma visão muito clara do seu papel de profissional da educação. Exercia-o com segurança e autoridade, nem que para isso tivesse que ir “as vias de fato” com alguns profissionais. Nunca pecou por omissão. Sempre pôde contar com professoras extremamente zelosas, tanto na parte burocrática, quanto na parte administrativa. Deise, Anita, Neide, Marilene, foram os braços direito de seu Sebastião. Quantas vezes, eu fui surpreendida com a presença dele na minha sala de aula. Quando a classe estava concentrada em atividades, ele entrava sorrateiramente, e me assustava, porque nem eu mesma percebia sua presença. Fazia isso com prazer, sempre para levar um papinho. Às vezes, na hora do recreio, entrava na sala dos professores. Só mesmo quando tinha alguma coisa importante para comunicar. Nesse ponto, contava sempre com a Neide, extremamente delicada na condução de relações humanas dentro da escola. Seu Sebastião ficou muito tempo no Esperança como Diretor. Foi ali que se aposentou. Grandes professores trabalharam sob a sua batuta. Tinha um time que vinha de Agudos. Este fato que vou relatar o divertia muito. Quando estava com vontade de brincar um pouco, ele chamava na diretoria uma aluna de Dona Dolores, que com maestria, imitava a sua mestra nos mínimos detalhes. Para quem não se lembra, Dolores era “a Professora”. Trabalhava com os alunos de quarto ano. Era muito alegre, se vestia muito bem, aliás, como todas na época. Maquiada, bem penteada, elegantíssima, todo dia fazia a mesma rotina. Tomava o ônibus e vinha de Agudos para Lençóis lecionar. Pois bem, a menina que encantava o Seu Sebastião, imitando a professora, era filha do Aleu Basso e da Marisa. Talvez, ela nem se lembre mais disso. Com seu jeitinho infantil, quantas vezes foi para a diretoria, não para ser repreendida, mas para divertir nosso diretor. Seu Sebastião se aposentou, voltou para Tatuí, mas de vez em quando dava um pulinho em Lençóis. Tinha vínculos muito fortes com os lençoenses. Foi uma consternação geral sua morte. Ficará eternamente em nossas lembranças.